Para não repetir os erros da primeira partida, quando tentou as jogadas pelo meio, o time usou as laterais na tentativa de criar espaços.
Marcos Assunção abriu pela direita para tabelas com Cicinho e Maikon Leite pela esquerda, nas subidas de Juninho. Não foi o suficiente. Assim, só levou perigo em duas ocasiões, graças a falhas individuais. Aos seis minutos, Assunção cobrou escanteio e, na tentativa de afastar, Rogério Rios quase fez contra. O goleiro Juninho esticou o braço e mandou a escanteio. Aos 16, o vacilo foi do lateral-esquerdo Rogerinho. Ao ensaiar o drible sobre Márcio Araújo, foi desarmado. De imediato o palmeirense lançou Maikon Leite. O atacante tocou para Barcos, recebeu de volta e bateu forte no canto esquerdo. Novamente Juninho fez boa defesa e evitou o gol.
Tecnicamente fraco, o Coruripe mostrou disposição e só teve uma chance, em bomba de Cleiton, aos 33 minutos. Deola esticou o braço e desviou a escanteio. A bola ainda tocou no travessão antes de sair pela linha de fundo.
No intervalo, Felipão tirou Maikon Leite e Patrik para colocar Ricardo Bueno e Pedro Carmona. No entanto, os efeitos da mudança só foram sentidos quando uma velha arma dos palmeirenses entrou em ação: a bola parada. Marcos Assunção abriu o placar em cobrança de falta, aos dez minutos. O Coruripe se desestabilizou e, aos 13, Barcos ampliou de cabeça.
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